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postheadericon Notícias

postheadericon Comércio entre Moçambique e China cresce 2.24% em Janeiro

As trocas comerciais entre Moçambique e China aumentaram no valor de 168 milhões de dólares em Janeiro, revelam dados oficiais do gigante asiático, recentemente divulgados. O valor representa um crescimento de 2,24% em comparação com o que se verificou em Janeiro de 2016 (período homólogo). Segundo os dados, as empresas chinesas venderam produtos no valor de 120 milhões de dólares, mais 2,16% e compraram bens no montante de 47 milhões de dólares, 2,44%. O documento não especifica os produtos de troca, mas a madeira é um dos maiores produtos de exportação de Moçambique para a China, sendo que os de importação incluem electrodomésticos, equipamentos para a área das construções, industriais, entre outros. No grupo dos países de língua portuguesa, Moçambique é o quarto maior parceiro comercial da China depois do Brasil, Angola e Portugal. Ainda em Janeiro deste ano, o comércio entre a China e os países de língua portuguesa atingiu 8 281 milhões de dólares em Janeiro de 2017, montante que representa um aumento homólogo de 7,52%. Angola e Brasil foram responsáveis por 92% das trocas comerciais entre a China e os oito países de língua portuguesa com um total de 7 625 milhões de dólares.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Gigante japonês Tokyo Gas interessada no gás da Bacia do Rovuma

Vender gás a ser produzido na Bacia do Rovuma é um dos principais objectivos que leva Filipe Nyusi a Japão. Nyusi visitou a Tokyo Gas, uma das maiores empresas que usa gás a nível mundial. O Chefe de Estado reuniu-se com a direção da empresa, recebeu explicações e demostrações que justificam porquê o Japão prefere usar o gás natural em detrimento do petróleo. Na ocasião, um dos directores da Tokyo Gas revelou que a empresa está interessada em comprar o gás moçambicano porque pretende diversificar os fornecedores. Neste momento a empresa compra gás em seis países produtores. “Até este momento, temos 12 contratos em dia e importamos o gás de diferentes países. E em termos de diversificação das nossas fontes, claro que estamos interessados no projecto de Moçambique. Todos os anos nós importamos à volta de 14 milhões de toneladas de gás”, disse Kentaro Kimoto, Director-Executivo da Tokyo Gas. A Ministra dos Recursos Minerais e Energia, Letícia Klemens, explicou como o processo de negociação está a ser conduzido. “O Japão está com uma redução de consumo de gás e era importante que nós fechássemos com a Tokyo Gas e tínhamos nós, como Governo, deveres a prestar, daquilo que é o processo e nós neste momento já terminamos tudo. Agora falta a parte da negociação do cliente, mas vai tudo correr bem, estamos num bom passo e temos esperança de que vamos fechar tudo”, referiu. Ainda hoje, a delegação presidencial reuniu-se com a direcção da empresa Mitsui um dos accionistas da Área 1 da Bacia do Rovuma, junto com a Anadarko. O objectivo era avaliar os passos que poderão conduzir à implementação do projecto. A Mitsui detém 20% de acções da Área 1 da Bacia do Rovuma, 15% na Mina da Vale em Moatize e 50% no Corredor Logístico de Nacala.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Diogo Vaz regressa com “Os novos contos de Guicalango” sete anos depois

Para celebrar os 15 anos de carreira e os sete do livro “Os contos de Guicalango” - obra que marca a sua estreia no mercado editorial - o escritor moçambicano Diogo Araújo Vaz, vai lançar na Casa do Artista, cidade da Beira, “Os novos contos de Guicalango”. Trata-se de uma obra escrita recentemente, mas que, segundo nos confidenciou o autor, segue a matriz dos “antigos” contos de Guicalango, colectânea editada, pela primeira vez, em 2010, depois de ter sido distinguida em 1.º lugar com os prémios “100 anos Minerva Central” e “Maria Odete de Jesus”. Na obra, o vovô Guicalango, cujos “olhos já se haviam embriagado de estórias dos tempos idos”, ao sabor de rapé, revela uma gama de episódios gravados em sua memória, bastante variados, conforme se lê na nota do autor. Chancelada pela Editorial Fundza, sediada na cidade da Beira, a obra é constituída por nove contos, os quais são uma radiografia da sociedade que teimamos em edificar, com todos os seus vícios. Diogo Araújo Vaz nasceu a 8 de Abril de 1978, na cidade de Inhambane. Com formação superior em Gestão, o autor está radicado na cidade da Beira desde o ano de 2005. Esta é a sua quinta obra publicada. As outras são “Os Contos de Guicalango” (2010), “A Ira da Chama” (2012), “Diário de um positivo” (2013) e “Os Seguranças do Alheio” (2016).

Fonte: O Pais

 
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