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COMUNICADO

 

A ASSOCIAÇÃO PORTUGAL MOÇAMBIQUE face aos efeitos do ciclone IDAI e acompanhando a catástrofe natural de assolou a região centro de Moçambique, em especial a cidade da Beira e toda a zona envolvente, que causou inúmeras vitimas e devastou grande parte do seu património, vem manifestar a nossa solidariedade e o nosso profundo pesar perante todos os que perderam os seus entes queridos.

 

Não podendo ficar indiferente a esta tragédia, a ASSOCIAÇÃO PORTUGAL MOÇAMBIQUE com o objectivo de apoiar a população, associa-se à campanha iniciada pela EMBAIXADA DE MOÇAMBIQUE em Lisboa secundada pelo CONSULADO DO PORTO E ZONA NORTE DE PORTUGAL e exorta toda a comunidade portuguesa e moçambicana a contribuir com donativos nomeadamente e em especial produtos alimentares enlatados (sobretudo conservas) com período de validade prolongado, produtos para tratamento de água e produtos de higiene, os quais devem ser entregues na sede da CRUZ VERMELHA no Porto, sita na Rua Nossa Senhora de Fátima nº 106 a 138 ou em Lisboa na sede da CVP no Jardim 9 de Abril, até ao próximo dia 29 de Março. As contribuições de natureza monetária devem ser feitas directamente à CRUZ VERMELHA através da conta IBAN PT50 0010 0000 3631 9110 0017 4 ou pelo multibanco Entidade 20999, referência 999 999 999.

 

A ASSOCIAÇÃO PORTUGAL MOÇAMBIQUE agradece a todas as pessoas e instituições que queiram manifestar a sua solidariedade junto do povo moçambicano e colaborar nesta de iniciativa.

 

Porto, 25 de Março de 2019

 

João Pedrosa Russo,

Presidente da Direcção Presidente da Direcção

 

postheadericon Ajuda humanitária às vítimas do ciclone Idai continua a chegar em Moçambique

Portugal e Alemanha disponibilizaram meios aéreos, humanos e dinheiro em apoio às vítimas do ciclone Idai na cidade da Beira, província de Sofala. Uma semana depois da passagem do ciclone Idai em Sofala, Milhares de pessoas permanecem isoladas sem comida, água nem abrigo. As linhas de comunicação já começaram a funcionar mas não plenamente. O distrito do Búzi está completamente inundado e as ajudas vêm de todos os lados. O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, despachou para Moçambique 35 militares, aviões e equipa de médicos para ajudarem nas acções de resgate e salvamento de milhares de pessoas ainda penduradas em textos e árvores. O estadista português classificou o trabalho dos militares como uma “missão fraterna, de solidariedade”, visando a reconstrução das zonas afectadas pelo mau tempo. Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, tendo em conta o drama que se vive na Beira, em particular, ainda “há muito a apurar e esperar nos próximos dias”. Augusto Santo Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Portugal, disse que a equipa médica inclui peritos de medicina legal do Instituto Nacional de Emergência Médica e uma força de protecção civil. José Luís Carneiro, secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, confirmou haver pelo menos 30 pedidos de localização de português desparecidos na Beira, mas as equipas que se encontram no tereno reportam 100 desaparecidos.“Vamos procurar validar essas informações para efeitos de localização e tranquilização das famílias”, disse José Luís Carneiro, após um encontro com os outros portugueses que estão na Beira. Por sua vez, a Alemanha disponibilizou mais um milhão de euros de auxílio às pessoas afectadas pelo “Idai” e inundações no centro de Moçambique. Os fundos “deverão ser usados para cobrir as necessidades humanitárias mais urgentes”. Neste contexto, a Chanceler alemã, Angela Merkel, endereçou condolências ao Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi. Sobre o ciclone Idai, o Embaixador da Alemanha em Moçambique, Dr. Detlev Wolter, referiu que "a Alemanha está desolada com as destruições devastadoras causadas pelo ciclone IDAI e pelas massivas inundações que fustigaram as províncias do centro de Moçambique. Neste momento de dor, nos juntamos a Moçambique e os nossos pensamentos e compaixão estão com as pessoas afectadas e com os familiares das vítimas". Dados das autoridades governamentais indicam que a passagem do ciclone Idai em Moçambique, Malawi e Zimbabué já matou pelo menos 300 pessoas. As Nações Unidas em Moçambique também mobilizou “equipas de emergência e suprimentos” para as pessoas atingidas pelos desastres naturais. Em apoio, também às vítimas do ciclone Idai, a ZAP vai abrir os canais nacionais, durante 30 dias, nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia, para permitir a disseminação das mensagens de alerta e prevenção das populações assoladas e das zonas circunvizinhas.

Fonte: O Pais   

 

postheadericon “Unidos pela Beira” preenche 40 contentores de produtos de primeira necessidade

Vários grupos de apoio continuam a canalizar produtos e bens para preencher um navio de 14 mil toneladas que parte neste sábado para a Beira. As horas passam, a ajuda chega e concentra-se no porto de Maputo, e o destino é a Beira, cidade que o papa orou por ela, famílias continuam sem água, sem comida e sem vestuários. Já no terceiro dia de actividades, a iniciativa “Unidos pela Beira”, já conseguiu encher mais de 30 contentores com produtos de primeira necessidade, mas espera conseguir muito mais até o final do dia. Os produtos doados poderão chegar na próxima segunda-feira, porque o Navio parte do porto de Maputo neste sábado. A ajuda vem de todo lado, e entre os solidários há pessoas de diferentes países, diferentes idades e diferentes grupos sociais. O navio será selado nesta sexta-feira por volta das 17 horas, até lá, espera-se que mais pessoas individuais e colectivas contribuam com mais produtos. Acerca de ajuda, a Anadarko Moçambique decidiu disponibilizar a sua aeronave para transportar material e equipas de médicos para o centro do país. Para a Anadarko a situação no centro do país, exige o envolvimento de todos e a multinacional não se podia distanciar. Segundo Steve Wilson, vice-presidente da Anadarko Moçambique, a esta altura todo o apoio humanitário é bem-vindo. Ainda no âmbito das ajudas, o Governo chinês apoia Moçambique com sete mil toneladas de arroz avaliadas em 400 milhões de meticais na sequência do ciclone Idai.

Fonte: O Pais

 
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