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postheadericon Notícias

postheadericon Governo elimina obrigatoriedade de usar Terminal de Exportação

O Governo elimina o uso obrigatório dos Serviços do Terminal Especial de Exportação de Nacala e afixa novo custo do visto de fronteira, no âmbito do diálogo público-privado. Medidas que trarão impacto na competitividade da economia nos negócios a nível local. Segundo a CTA, a abolição do uso dos serviços do terminal constitui um grande alívio, porque vem corrigir uma situação que estava a criar sérios problemas à economia nacional, particularmente ao sector produtivo. “A obrigatoriedade instituída do uso do Terminal Especial de Exportação de Nacala constituía um grande obstáculo não tarifário ao desenvolvimento da actividade empresarial, afectando a competitividade das exportações de Moçambique”, disse o representante da CTA. O sector privado entende que a fixação do novo custo do visto de fronteira, em cerca de 50 dólares americanos do valor fixado, vem harmonizar um pouco com o que acontece na região. Acrescentando que foi um grande avanço introduzir o visto de fronteira e almejam reduzir ainda mais o seu custo. “Com a sua retirada, o tempo para exportar e o respectivo custo vai reduzir de forma significa e com impacto na classificação do Doing Business. Os produtos nacionais, como algodão, castanha de caju, leguminosas, entre outros, que usam muito o Porto de Nacala, terão algum espaço para melhorar a competitividade”, disse. A CTA afirma que há necessidade de fazer divulgação destas medidas e fazer com que todos os actores relevantes na implementação, desde consulados, agências de viagens, companhias aéreas até aos próprios turistas saibam destas mudanças para facilitação da implementação e lograr o sucesso e o impacto desejado na economia. A medida foi tomada em Julho, e não terá efeito na classificação do Doing Business em 2018.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Gaza desenvolve adubo para reduzir custos de produção de arroz

O projeto foi apresentado durante o oitavo seminário dos projetos financiados pelo Fundo Nacional de Investigação que decorre em Maputo. O uso de adubo inorgânico em excesso pode empobrecer o solo e mudar drasticamente a sua composição química. Com vista a reduzir o uso do adubo inorgânico, o Instituto Superior Politécnico de Gaza está a desenvolver algumas pesquisas com a azolla, uma alga usada como adubo que minimiza o impacto negativo ao meio ambiente. “Ao reduzir o uso do adubo inorgânico, poderemos preservar os componentes do solo, visto que ao fazer aplicações com insumos químicos, diminuímos a presença de organismos vivos e oxigénio, o que por sua vez prejudica o solo e expõe os agricultores a contaminações “, explicou Francisco Alberto Amela do Instituto Superior Politécnico de Gaza.  Além de evitar a degradação do solo, pretende-se com o uso da azolla reduzir os custos da produção do arroz em Chókwè, província de Gaza. “Vamos tentar reduzir o uso do adubo inorgânico, que representam mais um custo aos agricultores, em geral, e particularmente para os produtores de baixa renda. Iremos ensinar os produtores a melhorar o desempenho agrário e a gestão de água”, disse a fonte. Com esta medida, a província poderá ultrapassar um dos principais impasses na produção desta cultura que é a falta de sistemas de irrigação. Dados do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) demonstram que o país possui um DÉFICE nacional de arroz. Moçambique produz anualmente apenas 240 a 260 mil toneladas e consome no mesmo período 600 a 625 mil toneladas, tendo como solução para o abastecimento do mercado interno as importações. A vantagem desse tipo de adubo é que, como eles se apresentam na forma iónica, seus nutrientes são absorvidos pelas plantas com maior facilidade e o resultado é mais rápido. É por isso que muitos ambientalistas defendem o uso dos adubos orgânicos, dizendo que eles não causam nenhum risco ambiental. Porém, os que defendem os adubos inorgânicos dizem que os orgânicos só são viáveis para pequenas lavouras e que podem contaminar o solo, se houver agentes infeciosos nas fezes dos animais. Uma saída, nesse último caso, é usar somente restos vegetais para produzir o adubo orgânico. Mas uma boa maneira de se compensar os efeitos negativos de cada método de adubação é conhecer bem as propriedades do solo. Durante o evento, serão avaliados mais de 20 projetos financiados pelo Fundo.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Já são conhecidos finalistas moçambicanos do L’Atelier

O L’Atelier, uma das mais prestigiadas competições artísticas de África e entrou este ano na sua 32.ª edição. Esta competição anual tem como principal objetivo estimular jovens talentos nas artes visuais, servindo como uma plataforma para que os jovens artistas emergentes se afirmem na arena da arte africana e mundial. Ao longo dos anos, esta competição tem sido um instrumento fundamental no lançamento de muitas carreiras no campo das artes visuais. Este ano, a estratégia passou por abranger ainda mais países no continente africano. Nesse âmbito, nesta edição, o L’Atelier abriu as suas portas aos jovens artistas de países como o Gana, Quénia, a Zâmbia, Uganda, as Maurícias, as Seychelles, a Tanzânia, o Botswana, a África do Sul e Moçambique onde, pela primeira vez, esta competição procura distinguir, também, artistas a residir em Moçambique, contando com o apoio do Barclays Moçambique e da Fundação Fernando Leite Couto. O concurso teve início a 20 de Fevereiro de 2017 e decorreu até 24 de Abril de 2017. As inscrições para esta competição, foram realizadas online, através do portal da instituição. Em Moçambique, dos 8 artistas que se apresentaram a concurso com um total de 19 obras, foram seleccionadas 5 obras, dos quais 3 artistas foram eleitos para a final, tendo a avaliação sido efectuada por um júri composto por profissionais experientes nesta área, garantindo assim uma avaliação isenta dos trabalhos a concurso. Moçambique será então representada pelas obras de Mauro Vombe, Titos Pelembe e Luís Santos. De acordo com Luís Santos, artista plástico ” é uma oportunidade espectacular participar num concurso com tanto prestígio, visibilidade e consideração para com os seus participantes. Dá-nos uma perspectiva muito boa do que é o mundo da arte, para além das nossas fronteiras”. A noite de premiação irá realizar-se no próximo dia 13 de Setembro de 2017, em Joanesburgo, África do Sul, na Galeria ABSA. Todos os trabalhos serão devolvidos às suas origens, em Novembro de 2017, e, no caso de Moçambique, haverá uma exposição das obras no final de 2017, na Fundação FLC. Refira-se que esta competição tem sido extremamente bem-sucedida ao longo dos anos, com grande destaque no calendário artístico e cultural. A competição tem sido fundamental na projecção das carreiras de jovens artistas que passaram a ser procurados nacional e internacionalmente. O foco da organização não é apenas anunciar o vencedor e enviá-los de volta, há todo um trabalho durante e depois do concurso, monitorando as carreiras dos artistas e dando-lhes assistência e orientação sempre que possível, para uma melhor inclusão no mundo global das artes.

Fonte: O Pais

 
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  • "Comemoração do Dia 4 de Outubro, Dia da Paz em Moçambique e Dia 5 de Outubro, Implantação da Republica"

  • Encontro Sectorial Moda AESE - 28 de Novembro
    Participação de
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    (Sheila e Adélia Tique)

  • "Escritaria 2011- Mia Couto com a participção da APM"!