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postheadericon Notícias

postheadericon Indústria fecha em alta no país

O volume de negócios do sector da indústria está em alta em Moçambique. No fecho do terceiro trimestre de 2018, atingiu uma variação positiva de 305,9%, uma subida ligeira face a Agosto (299,9%) e 292,9% em Julho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). Em termos homólogos (comparação com 3º trimestre de 2017), o negócio deste sector de atividade apresentou em Setembro do corrente ano, uma desaceleração em 6,2%, contra significativas variações positivas de 1,9% e 9,5% registadas em Agosto e Julho, respetivamente. Esta análise, segundo o INE, considera as taxas de variação homólogas calculadas sobre médias móveis de três meses. O agrupamento de bens de consumo não duradouro apresentou em Setembro uma taxa de variação homóloga negativa de (?18,1%), alterando a tendência das taxas de variação homóloga positiva registadas ao longo do trimestre anterior. O agrupamento de bens de energia apresentou variações homólogas positivas com "tendência irregular" ao longo do trimestre em análise, tendo alcançado 28,7% em Setembro depois de passar por 38,3% e 62,1% em Agosto e Julho respetivamente, refere o Instituto Nacional de Estatística. Realçando, que o agrupamento de bens intermédios que registou 2,6% em Setembro apresentou 14,8% e 17% em Agosto e Julho, respetivamente. No trimestre em análise, o agrupamento de bens de energia contribuiu com cerca de 2,7 pontos percentuais (pp). Os bens intermédios e consumo não duradouro contribuíram com valores negativos de (?4,4 e ?3,3 pp, respetivamente). Considerando os agrupamentos a dois dígitos, no 3º trimestre de 2018, a divisão das indústrias extrativas contribuiu com cerca de 2,1 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga do índice de volume de negócios. As indústrias do coque, produtos petrolíferos, químicas, borrachas e matérias plásticas contribuíram com valor tenuemente positivo de 0,2 pp, aponta o INE. Já os restantes agrupamentos contribuíram com valores negativos com destaque para a divisão das indústrias alimentares, bebidas e tabacos que observaram cerca de (?6,2pp). As indústrias de minerais não metálicos e indústrias de minerais metálicos e metalúrgica de base contribuíram com valores negativos de (?1 e ?0,4 pp.) respetivamente. O bom desempenho do volume dos negócios da indústria moçambicana foi acompanhada pelo crescimento dos índices de produção deste sector no trimestre em análise, refere a análise trimestral do Instituto Nacional de Estatística. Concretamente, o índice de produção industrial apresentou no terceiro trimestre deste ano, uma tendência de crescimento irregular, tendo alcançado 269,5% em Setembro depois de registar 258,8% e 263,9% em Agosto e Julho, respetivamente. Em relação ao nível do trimestre anterior, que se situara em 178,6%, o índice de produção industrial registou no trimestre em análise um aumento médio de 85,5 pontos percentuais.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Oradores do MYL sugerem que os jovens aprendam a aproveitar oportunidades

A sessão de debates e partilha de experiências na segunda edição do Mozefo Young Leaders já iniciou. Para o primeiro painel, a organização da iniciativa propôs o tema “Um futuro de oportunidades, igualdade e equidade”. Assim, na abertura, estiveram Pie-Pacifique Kabalira-Uwase, académico, Mariana Agness, CEO da The House of Agness, Filipa Carreira, Diretora-executiva da Wamina, e Benilde Nhalivilo, ativista social. Os quatro oradores, cada um referindo-se às suas experiências particulares, defenderam que as oportunidades são cruciais no que ao empreendedorismo diz respeito. Nisso, Benilde Nhalivilo destacou que o acesso à informação e à educação são fatores de empoderamento muito fortes porque no aí as pessoas e as mulheres, em particular, devem saber o que existe para que saibam o que podem fazer. “Além disso, muitas vezes não temos noção que temos oportunidades todos os dias. Tive a sorte de cruzar com mulheres grandes, que me ajudaram a mudar, de modo que soube aproveitar as oportunidades”, logo, para Nhalivilo, impõe-se que que os empreendedores deem muito de si e aprendam a explorar as poucas possibilidades de progresso que surgem. Ora, à parte as sugestões dirigidas sobretudo às mulheres, de longe em maioria no Centro de Conferências Joaquim Chissano, Benilde Nhalivilo afirmou que o sector privado pode dar maior impulso à área social no concernente ao empreendedorismo, de modo que daí surja o movimento capaz de mudar a vida das pessoas. “Em Moçambique 80% da população é jovem, dos quais 40% é dependente. Então, temos que ver como reverter a morte de 15 mulheres por dia vítimas de causa evitais. Precisamos nos conhecer para ver o que cada um de nós pode fazer para melhorar a vida das crianças e dos jovens”, acrescentou a ativista social. Concordando com a importância das oportunidades para a afirmação do empreendedor, Filipa Carreira defendeu que a juventude deve esmerar-se em criar as suas próprias oportunidades, ir atrás das coisas para que possa alcançar o que se pretende: “mesmo que o contexto esteja condicionado contra nós, temos que fazer de tudo ao nosso favor. As políticas, neste contexto, são fundamentais, mas não vale a pena ter políticas se não as implementarmos. Precisamos ter responsabilidade para inspirar as pessoas”. Outra oradora deste primeiro dia do Mozefo Young Leaders, Mariana Agness, CEO da The House of Agness, começou por dizer que no âmbito do empreendedorismo nunca se sabe o que vai acontecer do dia seguinte. Por isso advertiu aos jovens para que sempre estejam preparados para alguma coisa a emergir. E preveniu: “Os desafios são muitos, mas nunca devemos perder a fé e a vontade de aprender. A força de vontade é fundamental para que se ultrapasse as dificuldades atinentes à abertura de empresas no país. É muito difícil. Segundo, ainda há preconceitos em relação às qualidades da mulher na negociação. Também a esse nível devemos lutar para vencer esses condicionalismos”. Por fim, no painel subordinado ao tema “Um futuro de oportunidades, igualdade e equidade” Pie-Pacifique Kabalira-Uwase frisou que aprendizagem e perseverança não se podem dispensar na busca do sucesso pelo empreendedor.

Fonte: O Pais

 

postheadericon Khuzula Editora lança Songbook sobre Fany Mpfumo

A Khuzula Editora procede no próximo dia 4 de Dezembro, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, ao lançamento do primeiro livro moçambicano de partitura e letras. Trata-se do Songbook dedicado a extensa obra de um dos maiores percursores da música popular moçambicana: Fany Mpfumo, o Rei da Marrabenta. A obra foi produzida pelo agrupamento TP50 em parceria com a Musicarquivo – departamento da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, e está integrada na Coleção “Tempo dos Tocadores”. Com a Coleção “Tempo dos Tocadores” pretende-se promover, não tão só o registo das letras e partituras musicais dos autores nacionais, mas também, proporcionar uma oportunidade aos músicos profissionais, amadores e estudantes, um instrumento que permita e estimule a este grupo a tocar Música Moçambicana. Outrossim, o facto tratar-se de um livro bilingue (português e Inglês) vai possibilitar a vários públicos, no estrangeiro sobretudo, a interpretar as obras de Fany Mpfumo. Para iniciar esta coleção foi selecionado um dos grandes nomes da música nacional: Fany Mpfumo. A escolha deve-se a consensualidade da sua importância e determinismo na Música Moçambicana. O Songbook com o repertório de Fany Mpfumo: o cantor mais conhecido, mais amado, mais lendário e mais reverenciado de Moçambique e de sempre na nossa arena musical. Ao percorrer o Songbook o leitor poderá observar quão as letras e melodias de Fany Mpfumo eram tao belas quanto simples. O prefaciador do livro, Samuel Matusse, autor do livro “Fany Mpfumo e Outros Ícones”, considera que a lançar o Songbook, o Tp50, Musicarquivo e a Khuzula, reverenciam e contribuem para a eternização deste homem, pois se os moçambicanos fossem politeístas Fany Mpfumo “Deus da Música Moçambicana”. Matusse recorda que Fany Mpfumo é como daquelas descobertas importantes da ciência, que às vezes surgem por mera obra do acaso. Este monstro que viria a ser uma estrela cuja fulgurância a tornou uma das mais cintilantes estrelas no nosso cancioneiro popular.

Fonte: O Pais

 
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  • Conversa com o músico moçambicano Patxutxu:
    “ A vida de um artista Moçambicano em Portugal!”

  • Reabertura do Bar Espaço Moçambique

  • "Moçambique - Imagens de um país real..." - Exposiçao de Fotografia de Ana Rita Martins

  • "Comemoração do Dia 4 de Outubro, Dia da Paz em Moçambique e Dia 5 de Outubro, Implantação da Republica"