Para apurar os vencedores e atribuir prémios em diversas categorias musicais, a DDB-Moçambique lança em Maputo, a segunda edição do “Moçambique Music Awards”. À semelhança da anterior, esta edição também se preocupará em englobar as chamadas nova e a velha gerações e visa apurar e premiar os artistas moçambicanos que se notabilizarem nas categorias de melhor álbum, melhores artistas feminino e masculino. Serão também apuradas as categorias de melhor produtor, melhor vídeo, prémio carreira, bem como as de músicas de estilos urbano, tradicional e africano. Mas há uma inovação: desta vez, além das novas categorias de voto popular (melhor animador de programas musicais de TV e Rádio) a boa notícia é que o MMA aposta, também, na edição e divulgação dos trabalhos discográficos de novos artistas que forem apurados. Prevê-se, assim, que o premiado na categoria Revelação venha a beneficiar não só do prémio, como também da edição do álbum, com 500 exemplares em CD e um pontual apoio na posterior venda. Recorde-se que, na primeira edição, o músico Amável Pinto foi um dos maiores vencedores do certame, pois acumulou três prémios, em igual número de categorias, respectivamente, melhor instrumental, melhor rock e melhor álbum do ano. Por outro lado, “sekelekane” (da Bang Entretenimento) foi o vídeo mais popular, seguido de “Nita mukuma kwine”, de Lizha James, e de um trabalho da artista Neyma. Mr. Arsen foi distinguido na categoria melhor hip-hop, tendo Dino Miranda ficado com a categoria de Melhor jazz. Já Stewart Sukuma ganhou melhor música ligeira e artista masculino. Finalmente, Nelson Nhachungue ganhou o melhor pandza/dzukuta, enquanto Jenny e Lourena Nhate notabilizaram-se na categoria de melhor neo-soul. Na velha guarda, Xidiminguana apoderou-se do prémio melhor música tradicional, e Chico da Conceição o prémio carreira. Nelton Miranda foi o melhor produtor; Kaliza levou para casa o prémio de melhor vídeo e a cantora Didácia brindou Beira com o prémio álbum mais vendido. DJ Damost e Dama do Bling venceram a categoria melhor duo, e Jenny era ainda distinguida como a melhor artista feminino.
Fonte: Noticias Lusófonas
O Banco Comercial de Investimento (BCI) e a “Societé de Promotion et de Participation pour la Cooperation Economique (PROPARCO), filial da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), rubricaram dois importantes Acordos de financiamento que permitem ao BCI aumentar a sua capacidade de crédito às Pequenas e Médias Empresas (PME`s) moçambicanas. Um dos Acordos preconiza um empréstimo de médio/longo prazo, no valor de 20 milhões de dólares, e um outro que define garantias que facilitam o acesso das PME‘s ao crédito no BCI. A cerimónia de assinatura dos referidos Acordos teve lugar na sede do BCI, na capital, tendo sido rubricados pelo Presidente da Comissão Executiva desta instituição, Ibrahimo Ibrahimo, e pelo Director da AFD em Maputo, Bruno Leclerc, na presença do Embaixador da França em Moçambique, Christian Daziano. Estiveram também presentes vários quadros superiores de ambas as instituições. Na ocasião, Ibrahimo Ibrahimo afirmou que “o BCI é um Banco universal de retalho fortemente comprometido com o desenvolvimento e com o estímulo aos empreendedores”, sublinhando que “é por isso que assumimos o compromisso de fazer bom uso desta confiança no cumprimento rigoroso das boas práticas internacionais e de transparência”. Por seu turno, Bruno Leclerc realçou a importância da assinatura dos Acordos, referindo ser a primeira vez que a PROPARCO apoia um Banco. “A AFD intervém em Moçambique para apoiar as PME‘s, e esperamos continuar a participar em projectos de grande importância para a economia moçambicana”. No final de Maio, o BCI e o IFC rubricaram um acordo de financiamento para permitir à primeira instituição aumentar a sua capacidade de empréstimo aos segmentos Banca de Retalho e Pequenas e Médias Empresas em Moçambique. O empréstimo de longo prazo, no valor de 30 milhões de dólares, constitui o segundo investimento do IFC no BCI, depois de um primeiro investimento, em Setembro de 2008, no valor de 8,5 milhões de dólares, conjugado com o fornecimento de serviços de assistência técnica e apoio no desenvolvimento dos produtos e serviços do Banco.
Fonte: A Verdade
Os cerca de três mil alunos da Escola Secundária de Monapo, província de Nampula, norte de Moçambique, vão ter um laboratório para as disciplinas de Física, Química e Biologia com o apoio da Câmara de Mértola (Portugal). O laboratório, revelou o autarca de Monapo, está em construção e é custeado pela autarquia portuguesa em 700 mil meticais (15 mil euros). Segundo o autarca moçambicano, João Luís, o financiamento da Câmara de Mértola enquadra-se nos acordos entre as duas autarquias, geminadas há mais de uma década. No âmbito dessa geminação, acrescentou João Luís, a parte portuguesa vai desembolsar outro montante, ainda não especificado, para patrocinar a aquisição de material para apetrechar o laboratório agora a ser construído. Todo o projecto, disse, estará pronto em Agosto. A geminação entre as duas autarquias, nas palavras de João Luís, começou a dar frutos há dois anos, com a ajuda à construção, no populoso bairro de Mecutane, de uma escola com quatro salas, devidamente equipada. A Câmara Municipal de Mértola enviou recentemente a Monapo uma equipa de técnicos, ligados à área de água e saneamento, que vão fazer a avaliação dos custos de reabilitação e ampliação do sistema de abastecimento de águas à vila.
Fonte: Noticias
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